sábado, 19 de setembro de 2009

Há uns dias esteve cá em minha casa a minha namorada. Estivemos a jogar Buzz, o vício deste verão graças a malta amiga que mo deu no aniversário! Enquanto jogávamos, estava eu todo concentrado a observar os cigarros soltos ali na mesa, e fui invadido pelo seguinte pensamento: (e peço agora que se não tiverem assim uma imaginação do melhor... Parem de ler por aqui)

* Ora, eu, António José de Campos Rodrigues gosto de pensar que todas as coisas têm "vida"... Gosto mesmo! e ao observar os cigarros pensei numa teoria para a dita "vida" dos cigarros. Aqui vai: os cigarros são feitos com o objectivo de serem fumados, e quando estão a ser queimados, acho que a forma mais gloriosa de se irem é que todo o tempo em que estão a ser "chupados" estarem a ter um grande e fenomenal orgasmo!
É este o meu pensamento!
Tenho sorte de ter alguns amigos que considero serem dos bons. Tenho sorte de ter conseguido não me afastar de pessoas cujas vidas se distanciaram da minha por vários motivos... Hoje quando nos encontramos sinto que ainda temos um grande carinho um pelo outro, um respeito e uma necessidade, se quiserem, de saber o que cada um anda a fazer... Se anda bem... Isso é bom. Gosto dessa sensação de respeito e de aceitação mutua.
Mas... Há uma coisa que não gosto. Não gosto das pessoas que, ao fim de uns meros meses em que apenas nos vimos menos regularidade, parece que se esqueceram de tudo o que não deveriam... Não gosto de ter a sensação de que existem novos "amigos de copos"... e que o esforço para nos mantermos em contacto é pouco. Dá-me a sensação de que a amizade é uma coisa descartável e disso não é que não goste... É mais uma de odiar, mesmo!
Tenho dito!