segunda-feira, 23 de agosto de 2010

JASUUUUUS!!

Ando aqui com um problema. Tenho uns sapatos novos para o trabalho. Isto porque me esqueci dos antigos em casa da minha namorad e só dei por isso a caminho de casa. Lá fui eu, trabalhador dedicado, à Modalfa comprar o que pensava que seriam os meus novos adereços laborais!
Calço os ditos, e eis que me umas horas depos me deparo com os pés em ferida...
Para que tenham ideia de como a coisa correu... Se em vez de andarem com coisas e pregar o senhor JC na cruz, lhe tivessem calçado uns destes, creio que o rapazinho aprendia a lição na mesma... só uma ideia... uns milhares de anos atrasada, mas mesmo assim... mais vale tarde que nunca...
sto aconteceu há umas duas semanas.... e eu ainda não morri... por isso estão a ver né'? tinha-se evitado um derrame de sangue... o choro... a ultima ceia (sim, que tanta comida não deve ter ficado barata)... Era só ter trocado uns pregos por uns sapatos da Modalfa... Mas não...




sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Sou só eu, ou o acordo ortográfico também vos veio dificultar a escrita?

"Para o agressor a mulher é um objecto de posse"

"Para o agressor a mulher é um objecto de posse". Não haveria melhor maneira de começar este post. ~
As queixas sobre violência doméstica têm aumentado nos últimos anos. Responsável da UMAR refere que há “maior atenção pública” para “este atentado aos direitos humanos”.
O ditado “entre marido e mulher não se mete a colher” parece começar a ser ultrapassado pela sociedade portuguesa. Hoje em dia, família, amigos ou vizinhos mobilizam-se para enfrentar o problema que se vive em muitas casas.
Na década de 90, em Portugal, de acordo com um estudo mencionado pela vice-presidente da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), Maria José Magalhães, “uma em cada três mulheres era ou tinha sido vítima de violência doméstica”. A activista considera estes números “uma realidade atroz”.
Maria José Magalhães refere que, apesar da evolução dos últimos anos, a lei actualmente “favorece os agressores”. Segundo a vice-presidente da organização, a revisão do código penal, nomeadamente o fim da prisão preventiva, faz com que as vítimas percam a “confiança de que podem e devem denunciar”.
Para a responsável da UMAR, é “incongruente” pedir às vítimas para denunciarem os seus casos, quando o que “as autoridades fazem é somente chamar a atenção do agressor”. A vítima continua exposta à violência e “a única alternativa que lhe resta é fugir”. Maria José Magalhães considera “ridículo” o facto de terem que ser as vítimas a abandonar a casa, classificando essa situação de “revitimização”.


“Um agressor é sempre um agressor. Eles batem, humilham, prendem, fecham à chave, tiram dinheiro, violam”, sublinha a vice-presidente. A vulnerabilidade da vítima perante o agressor deve-se sobretudo ao facto de as mulheres quererem ser perfeitas e, como não o são, “passam a vida a culpabilizar-se”, explica a responsável.



Números da violência doméstica em 2007-

21.907 vítimas procuraram ajuda na GNR e PSP;

14.534 queixas de violência doméstica registadas na APAV;

21 mulheres assassinadas e 57 tentativas de homicídio (UMAR)


Num país chamado de desenvolvido é URGENTE que se acabe cpom esta realidade! As leis continuam a proteger os agressores... A vergonha ainda é maior que auto-estima...

A revisão laboral ( e até de mentalidade) é urgente! Que supostos homens são estes? que Supostas leis são estas?


"GRITE, BERRE, DENUNCIE... E SE FOR PRECISO... USE O JOELHO!"

* realço que falo do fenómeno como se a mulher fosse a vítima, mas chamo a atenção para o facto de, cada vez mais o homem ser também victimizado!
* ARTIGO RETIRADO DA INTERNET

Hoje apeteceu-me falar-vos de uma questão que me tem alertado… Que aliás, já me preocupava mas que por razões que mais adiante vos explicarei, me voltaram à ideia…
Venho então falar-vos da mutilação genital feminina é uma prática realizada em vários países principalmente da África e da Ásia, que consiste na amputação do clítoris da mulher de modo a que ela não possa sentir prazer durante o acto sexual.
A circuncisão feminina é um termo que se associa a um determinado número de práticas incidentes sobre os genitais femininos e que têm uma origem de ordem cultural e não de ordem medicinal. É uma prática muito frequente em certas partes da África e é praticada também na Península Arábica e em zonas da Ásia. A prática da circuncisão feminina é rejeitada pela civilização ocidental. É considerada uma forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada. É também chamada de mutilação genital feminina. A circuncisão feminina elimina o prazer sexual da mulher. A sua prática acarreta sérios riscos de saúde para a mulher, e é muito dolorosa, por vezes de forma permanente.
Foi no contexto de querer saber mais sobre esta atrocidade que deu de caras com uma personagem que tenho que vos falar. Waris Dirie, um exemplo, no verdadeiro sentido da palavra.
Waris Dirie é actualmente embaixadora da ONU. Escreveu vários livros sobre as suas vivências e foi tema de um filme "Flor do Deserto", lançado em 2010 no Brasil. Existe uma fundação com o seu nome.
Para completar a pesquisa, fui então ver do dito filme. “Flor do Deserto” é uma lição de vida, de força, de acreditar. Uma prova de que quando se quer, tudo é possível.












"Porque é que quer ser modelo? E não me diga que é para ganhar dinheiro e essas coisas porque isso é para muito poucas”

“Eu quero ser modelo, porque sempre é melhor do que andar a esfregar o chão. Eu quero uma vida melhor”



Divinal… Vejam o filme!