quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

...

Como um barco de papel, ás vezes deixamo-nos ir por caminhos que nem sempre sabemos.
Como se a corrente nos arrastasse. Sem nos apercebermos para onde vamos... sem querermos saber para onde vamos...
Porque... quando chegarmos será a algum lado e isso, só por si é suficiente. Será?
Porque, mesmo levados pela corrente existem obstáculos... queremos... esperamos...
Que quando chegarmos ainda sejamos um só... nós... e não um estilhaço do que fomos.

Por hoje deve ser isto...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Tinha esta escrita logo que cheguei de Londres... sai agora só porque me apetece!

Londres roubou-me fôlegos que nem sabia existirem em mim,
Vi o sol que vitorioso se conseguiu mostrar durante uns minutos,
Vi pássaros e outros animais que cantam e correm ao frio como se ele fosse um aconchego,
Vi ruas... Pessoas... Lugares... Que a memória já tinha arrumado, que eu já tinha esquecido...
Vi... que embora tenhamos entre nós apenas água a separar-nos...
Temos um mundo inteiro de diferenças para colmatar...

Vi e revi tudo o que poderia ter sido se lá tivesse ficado....
Vi e revi tudo o que compõe um mundo... diferente de tudo o que conhecemos...
Se gostaria de ter ficado... fácil... Não!
Vi e revi muito...
Senti e sinto ainda que cá é que estou bem, e que aquele sítio que poderia bem ter sido a minha casa, não passa agora de uma referência... um ponto importante que fez de mim o que sou hoje.
Thanks London!!

Londres, Outubro 2010

When words fail, music speaks.

e é por isso que gosto tanto dela...